quarta-feira, 30 de setembro de 2009

REPRESSÃO AOS ESTUDANTES DA UEL

Hoje, dia 29 de setembro de 2009, 05 estudantes, lutando contra o corte do fornecimento de água no prédio que ocupam desde de maio de 2009 - em virtude de terem sido excluídos no processo de seleção para a nova moradia instalada no Campus - foram presos e espancados pela polícia estadual do Paraná, um deles necessitando, inclusive, ser hospitalizado. A ordem de corte da água veio do Reitor da UEL que vem progressivamente criminalizando o movimento estudantil e levando a Universidade, continuamente, às páginas policiais locais e nacionais.


Cerca de 30 estudantes que não têm condições de arcar com os altíssimos custos dos aluguéis em Londrina, permanecem ocupando o hotel alugado pela Universidade a fim de atender, emergencialmente, aos estudantes, enquanto era construída a moradia estudantil no Campus. O processo e seleção, entretanto, não garantiu vaga para todos aqueles que habitavam a antiga moradia. Em luta por condições de permanência no ensino superior, os estudantes recusaram-se a sair do hotel, enfrentando, desde então, o autoritarismo e a truculência do Reitor Vilmar Marçal que recusa-se a reconhecer o DCE eleito, e os representantes eleitos pelos estudantes para o CA e o CU.

Veja abaixo a violência impetrada contra estudantes universitários que lutavam para que a água da casa não fose cortada. Destaca-se que existem mães com crianças entre os estudantes.

Amanhã será realizado o corte de luz.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

 OS FANTASMAS DA REVISTA VEJA




Em sua última edição, revista volta ao seu tema predileto: atacar a esquerda e afirmar que o socialismo morreu. Quais as causas do ataque?
Diego Cruz

• Que a revista Veja seja o semanário representante da direita mais tosca que existe no país, já não é novidade para ninguém. Surpreende, porém, o nível cada vez mais baixo que a publicação vem atingindo no último período.

A revista, por exemplo, vocifera contra a atualização dos índices de produtividade exigida pelo MST, mesmo que a medida possa atingir uma extrema minoria dos latifundiários. O MST, aliás, que a publicação adora demonizar. Em relação ao golpe de Honduras, Veja não se envergonha em se colocar ao lado dos golpistas que depuseram Zelaya, isolando-se até mesmo entre os seus pares ideológicos. Veja se posta ao lado de representantes folclóricos, como o impagável Olavo de Carvalho e seu colunista preferido, Diogo Mainardi.

Na edição desta semana, a de nº 2132, a revista dedica sua capa a atacar a “intervenção” do Brasil no que seriam “assuntos internos” de Honduras. Critica o “subimperialismo” do governo brasileiro e chega ao cúmulo de comparar o caso com a invasão militar na República Dominicana, em 1965, quando a ditadura enviou tropas ao país caribenho a fim de auxiliar um golpe orquestrado pelos EUA. Curiosamente, a revista não demonstra a mesma curiosidade histórica quando o mesmo governo Lula enviou tropas ao Haiti cinco anos atrás, quando, aí sim, a comparação faria sentido.

Mas uma outra matéria chama atenção nessa mesma edição. Lá pelas tantas, um texto de duas páginas tasca o título “O socialismo não morreu (para eles)”, cuja tentativa parece o de soar irônico. A matéria traz como ilustração uma montagem com representantes de vários partidos de esquerda, vestidos de médicos, ao redor de um Karl Marx deitado numa cama de hospital. E o tom da “matéria” não poderia ser outro. O repórter Fábio Portela tenta desqualificar e ironizar os partidos de esquerda, e para isso vale tudo.

O Padrão Veja
Primeiro, o repórter coloca no mesmo balaio partidos tão diferentes como o PCdoB, PSOL, PSTU, PCB e PCO. Mas para Veja não importa, nem mesmo que um deles componha a base do governo. A matéria tenta impingir uma certa visão fatalista à esquerda. “Apesar de animados, os nossos marxistas não pretendem se esforçar para acelerar a Grande Revolução Vermelha (sic). Acham que basta sentar e esperar, visto que a marcha da história se encarrega de fazer o trabalho pesado”, escreve, mostrando pouco conhecimento do que foi produzido pelo marxismo sobre o funcionamento capitalista, seus limites, e até mesmo as mudanças que o sistema tem adotado, para poder sobreviver às suas contradições fundamentais e manter a taxa de lucro das empresas.

O texto mostra o que Veja entende por jornalismo. A revista recheia a matéria com falas de supostos entrevistados, frases tão desconexas quanto inverossímeis. É desta forma que o presidente do PSTU, José Maria de Almeida, por exemplo, aparece dizendo que: “Ela (a revolução) está chegando, e nós estamos preparados”. Uma frase, evidentemente, absurda. E que não foi dita.

Veja transforma longas entrevistas em frases esparsas, desconexas e sem o menor sentido. Na verdade, as entrevistas e telefonemas não servem para que os partidos expressem seus pontos de vista, o que se poderia imaginar de um jornalismo inteligente ou simplesmente comprometido com o debate de idéias. Não é este o caso. As “entrevistas” servem tão somente para emoldurar as idéias iniciais encomendadas pela revista: os partidos de esquerda são nanicos, a esquerda é lunática, o socialismo morreu. Ataques que fazem parte da pauta permanente da revista, assim como matérias sobre o “primeiro beijo” são publicadas pelas revistas adolescentes a cada seis meses.

O partido da elite
O jornalista Perseu Abramo costumava dizer que a imprensa se comportava como um partido político. E Veja comprova claramente isso. Como qualquer partido, tem lá os seus quadros. O repórter Fábio Portela, um dos editores da revista, por exemplo, é escalado para escrever sobre Hugo Chávez, Venezuela e demais pautas tão caras à direita folclórica. Seus textos, em geral, são recheados de ironias, e chegam ao deboche, como quando chama Ivan Pinheiro, do PCB, de “Ivan, o Terrível”.

A não ser quando decide variar um pouco de pauta, talvez para espairecer, e se põe a escrever sobre o tucano presidenciável Aécio Neves, como na edição do inicio de agosto. O sempre irônico e espirituoso Fábio Portela dá lugar, subitamente, a um respeitoso e comportado repórter. A matéria, sobre as gratificações de desempenho a servidores, implementadas pelo tucano, é recheada de expressões como “espírito público”, “meritocracia”, “resultados expressivos”, entre outras. Sem o menor pingo de ironia.

Panfleto da direita
A imprensa de esquerda, em geral, é criticada e taxada de “panfleto”. Isso porque tem opinião, se coloca claramente em defesa de uma posição e expressa isso sem máscaras de objetividade. O panfleto tem sua função na vida política e tampouco não pode ser desqualificado. Mas a diferença entre um panfleto e um jornal é que, enquanto o panfleto lança algumas poucas ideias a fim de persuadir, o jornal ou uma revista traz informação, parte da apuração dos fatos, análise e dados, ainda que não possa ser imparcial.
Veja, por esse critério, é mais um panfleto que uma revista. E, certamente, não tem nada a ver com jornalismo.

As causas do ódio
Voltando à “matéria” sobre os partidos de esquerda, uma questão se sobressai. Se “os esquerdistas radicais formam um grupo tão curioso quanto inofensivo”, como diz o texto, por que o panfleto travestido de revista com a maior tiragem do país gastaria duas de suas tão valiosas páginas com o tema?

O espaço destinado à “reportagem”, de duas páginas, é o mesmo ocupado pela publicidade de empresas como Ambev, Itaú, Credicard e Santander.

Em seu site, na parte destinada aos anunciantes, Veja divulga que a veiculação de um anúncio de uma página custa R$ 216 mil. Caso o anunciante queira escolher a página, este valor sobe para R$ 280 mil. Não há valores para páginas duplas, logo presume-se que seja a soma de duas páginas.

Assim, duas páginas na Veja custariam algo entre R$ 432 mil e R$ 560 mil. Ou seja, não é algo muito barato, cerca de meio milhão de reais, para que alguém possa se dar o luxo de publicar algo sem relevância. O que preocupa tanto a revista? Seria a volta do debate sobre o marxismo, trazido pela crise econômica mundial? Ou o fato de o socialismo, à luz dessa crise e ao contrário de há alguns anos, voltar a ser pensado e debatido como algo possível?

A pouco mais de um mês do aniversário da queda do muro de Berlim, a revista precisará de muito mais do que ataques infantis como esse para defender sua tese de que o socialismo morreu e de que o outro muro, o de Wall Street, permanece sólido após a maior crise do capitalismo desde 1929.

De qualquer forma, Veja se desmoraliza cada vez mais, escancarando seu verdadeiro caráter. Mostra, a cada dia, o quanto não é indispensável.

UMA LIÇÃO
Editorial do Opinião Socialista Nº 390

• Vivemos uma conjuntura de lutas salariais, provavelmente as mais importantes de todo o ano. Greves metalúrgicas, bancários, trabalhadores dos Correios construção civil, entre outras categorias, estão saindo à luta.

Um elemento que se deve ressaltar é que os trabalhadores, em distintos momentos, apresentaram um grau de radicalização e disposição de luta que não existia nos anos anteriores. Exemplos não faltam: os operários da construção civil de Belém (PA) se enfrentam duramente com a polícia; os metalúrgicos de Taubaté se rebelam contra a direção da CUT e impõem um aumento semelhante ao conquistado pelos metalúrgicos da GM de São José dos Campos (SP).

Por trás dessa radicalização existe uma base real, a piora das condições de vida como resultado da crise. O salário está ruim, o trabalhador tem que trabalhar por si e por seu colega que foi demitido. O resultado é um ritmo infernal na linha de produção. As doenças do trabalho se proliferam, atingindo seus colegas de trabalho e agora você.

Trata-se do preço que está sendo pago pelos trabalhadores pela crise. A recuperação parcial que ocorre neste momento só é possível devido às condições de vida dos trabalhadores. É natural, então, que a situação dentro das empresas surja nas mobilizações salariais.

Essa bronca vai continuar, mesmo depois das greves atuais. Mas vale a pena pensar na situação nacional como um todo e ver se tiramos uma lição de tudo isso. Foi divulgada uma pesquisa de opinião que indica que o governo Lula tem o apoio de 84% dos que ganham até dois salários mínimos.

Isso significa que, mesmo com toda essa bronca, os trabalhadores não culpam o governo pela situação, mas as empresas. É muito importante que os trabalhadores entendam que o patrão é seu inimigo, porque isso é uma parte da verdade. Mas a outra é que existe uma política econômica sendo aplicada no país pelo governo Lula.

Nessas campanhas salariais ocorreram várias rebeliões de bases contra a CUT, a Força Sindical e a CTB, passando por cima dessas direções. É também muito importante que os trabalhadores façam sua experiência com o peleguismo da CUT e Força Sindical e CTB. Mas é necessário entender que essas centrais têm uma direção que é Lula. O governo mandou esses dirigentes acabarem com a greve dos Correios, e eles acabaram.

É necessário que existam muitas rebeliões de base contra o governo. É preciso que se aprenda uma lição da crise e da recuperação atual: o governo esteve, está e estará ao lado dos patrões, fazendo com que os trabalhadores paguem a conta. A política econômica do governo é a defesa dos interesses dos bancos e multinacionais.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Greve dos metalúrgicos da Volkswagen e Ford de Taubaté é suspensa após negociações com as montadoras

 
 
Os cerca de 6.700 trabalhadores de fábricas da Volkswagen e da Ford em Taubaté, no interior de São Paulo, aceitaram suspender a greve desta quarta-feira, após as montadoras terem se prontificado a apresentar na semana que vem nova proposta de acordo salarial.
Assim, as atividades devem ser retomadas na quinta-feira, de acordo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, filiado à CUT (Central Única dos Trabalhadores).
Os metalúrgicos declararam greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira, em busca de uma renegociação de acordo salarial acertado na semana passada.
Segundo o sindicato, após ter sido fechado na semana passada um índice de reajuste com as montadoras de 6,53%, mais abono de R$ 1.500, os trabalhadores decidiram rejeitar o acordo.
Em assembleia no final da tarde, os trabalhadores votaram pela suspensão da greve, após as montadoras afirmarem o compromisso de reabrir negociações a partir da semana que vem se as atividades fossem retomadas já na quinta-feira.
A decisão pela paralisação ocorreu após metalúrgicos da General Motors da região de São Jose dos Campos (SP) terem conseguido aumento salarial de 8,3% e abono de R$ 1.950 via intermediação do Tribunal Regional do Trabalho.
A fábrica da Volkswagen em Taubaté, que emprega 5.200 trabalhadores, produz os modelos Voyage, Gol e Parati a um ritmo diário de cerca de 1.050 unidades, segundo o sindicato.
A fábrica da Ford, que tem cerca de 1.500 funcionários, é dedicada à produção de motores e transmissão, informou a entidade.
No Paraná, a greve na fábrica da Volkswagen-Audi segue desde 3 de setembro. Segundo o Sindicato de Metalúrgicos da Grande Curitiba, filiado à Força Sindical, cerca de 14 mil carros já deixaram de ser fabricados com a paralisação.
Um dos pontos de discórdia é o índice de reajuste. Enquanto os 3.500 funcionários da unidade exigem aumento de 10%, a proposta mais recente da montadora é de 7,57%.
Fonte: Folha onlaine: da Reuters

Em São Paulo acaba a greve dos trabalhadores dos Correios após manobra realizada pela CTB

 
 
Pelegos ignoraram decisão de manter a greve e declararam a greve encerrada. Deixaram a Praça da Sé escoltada
Na sexta-feira, dia 18, o presidente Lula deu seu recado aos sindicalistas governistas, exigindo “coragem” para acabar com a greve. No mesmo dia, os sindicalistas da CTB no Rio de Janeiro cumpriram a ordem do presidente. O sindicato de São Paulo demorou um pouco mais, mas, nesta quinta-feira, repetiu as manobras feitas no Rio de Janeiro e em outros lugares, como Mato Grosso do Sul, e declararam a greve simplesmente "encerrada".
A assembléia foi um ataque à democracia e um desrespeito com a categoria, que lotou a praça da Sé em cada um dos nove dias de greve. Primeiro, a CTB chamou o advogado do sindicato, para que este apresentasse os perigos de continuar com a greve. Foi uma preparação para o que viria depois, uma tentativa de estabelecer o medo de punições entre os trabalhadores.
Depois, os dirigentes do sindicato, que fizeram discursos inflamados durante vários dias, deixaram cair sua última máscara e mostraram que também são aprendizes de feiticeiros. Defenderam a proposta inicial da empresa, de acordo de dois anos, com 9% de reajuste nesse período, que os trabalhadores haviam rejeitado diversas vezes. Para isso, chegaram a mentir aos trabalhadores, garantindo que se aprovassem, não haveria o desconto dos dias parados. Algo que não foi dito nem pela empresa nem pelo governo. Ao contrário, o próprio Lula, em seu recado, havia ameaçado com o corte do ponto.
“Na hora em que começar a descontar o dia, as pessoas vão perceber que às vezes, no sonho de querer tudo, termina não tendo nada” disse Lula, sobre a greve dos Correios.

Pelego, pelego!
Mesmo com a pressão, os trabalhadores mostraram que têm coragem para seguir lutando. A maioria levantou os braços, aprovando a continuidade da greve, pelo acordo anual e pelo aumento de R$ 300, defendida no carro de som pelo representante da Oposição Nacional Conlutas, Geraldinho Rodrigues.
Mesmo com cerca de 60% aprovando a continuidade da greve, os dois dirigentes do sindicato declararam a greve encerrada e desligaram o carro de som. A reação dos trabalhadores foi imediata: uma chuva de vaias e protestos. Os mais calmos chamavam os sindicalistas de pelegos. Os mais exaltados, gritavam todo tipo de palavrão para mostrar sua revolta. Alguns trabalhadores, de setores onde a CTB dirige, se revoltaram e partiram pra cima dos pelegos. O principal dirigente do sindicato levou um murro no rosto, assim que desceu do carro de som, e os traidores tiveram de deixar a Praça da Sé escoltada por seguranças.
Para Geraldinho Rodrigues, “O PCdoB desmontou a greve, mesmo quando havia forte disposição para seguir adiante. Repetiu o que a CUT fez com os metalúrgicos do ABC, aceitando o acordo rebaixado sem lutar. No final, mostraram mais uma vez que são agentes do governo”.
Ao final, um grupo de trabalhadores se reuniu com a Oposição Conlutas, para avaliar a assembléia e discutir a melhor forma de denunciar o que havia ocorrido para os demais trabalhadores. O clima de revolta com o sindicato era grande entre todos. “A traição da CTB foi vergonhosa. Quem estava na assembléia, saiu revoltado. Além de lutar contra a direção da empresa, que quer privatizar os Correios, temos de construir uma forte oposição, que derrote essa burocracia traidora, que obedece ao governo”, afirma Geraldinho.
Ainda nesta quinta-feira, o sindicato de Rondônia também aprovou o acordo com a empresa. Nesta sexta-feira, outros sindicatos, como os de Brasília, Campinas e Pernambuco, avaliam se permanecem em greve.
Gustavo Sixel

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Greve dos bancários é deflagrada hoje (24) e atinge todos os estados do país

 

 As assembléias de ontem (23) foram massivas e a paralisação deflagrou-se em todos os estados
A proposta da mesa única da Fenaban de apenas repor a inflação do período, esquecendo das reposições das perdas que chegam a quase 100%, aliada a PLR inferior ao ano passado, não foi aceita, e os banqueiros tiveram como resposta nacional da categoria: GREVE por tempo indeterminado.
Os maiores bancos brasileiros obtiveram lucros de mais de 14 bilhões de reais, além do socorro do governo da ordem de mais de 200 bilhões.
Os sindicatos da CUT não tiveram outra escolha que não defenderem a deflagração do movimento. Agora a luta é, além de buscar as perdas, preparar os bancários de bancos públicos a colocar em xeque o governo e ir além do acordo da Fenaban. A briga pela reposição das perdas, PCS, PCC, isonomia e outros itens, não pode parar nas propostas da mesa única da Fenaban.
Os sindicatos de Bauru, RN e MA, que protocolaram a pauta alternativa do MNOB exigindo 30% de reajuste para todos, já tinham realizado paralisações desde o dia unificado contra a crise em 14 de agosto e no dia 28 de agosto dia  do bancário.  A  última paralisação antes de ser deflagrada a greve  foi em 18 de setembro.
As Oposições do Movimento Nacional de Oposição Bancária também não ficaram a reboque do imobilismo da CUT e fizeram mobilizações em praticamente todas as capitais. Este movimento fez com que a categoria exigisse assembléias antes do final de setembro o que se mostrou certo pelo nível de greve que temos hoje.

Para ver o quadro nacional de paralisações entre no site: www.conlutas.org.br